Sanat Kumara/Melquisedeque
Melquisedeque
SANAT KUMARA – O ‘’
Vigilante Silencioso ’’ . Uma Entidade cuja natureza, do ponto de vista evolutivo, não tem equiparação com nenhuma outra do nosso Esquema
Planetário. Representa o grau máximo que aqui se pode atingir. Actua, do plano monádico, através do seu mais directo representante, o Senhor
do Mundo, que é, actualmente, o Senhor Gautama (que lhe sucedeu nesse posto). Apenas a partir da 5.ª iniciação pode o adepto contactá-lo
directamente., apesar de, nas 3.ª e 4.ª iniciações, Sanat Kumara se encontrar por detrás do Senhor do Mundo, quando este preside às
cerimónias. Fora isso , só contacta a humanidade em termos de consciência unitarista.
Originário de Vénus, Sanat
Kumara, o Grande Senhor da Luz Dourada, desceu entre nós, a este planeta físico, há aproximadamente dezoito milhões de anos, na época
Lemuriana. Com Ele vinham os seus mais directos assessores – os seis restantes Kumaras – e outros altíssimos dignatários, em ordem a fazer
despertar e acelerar o processo de conquista de consciência dos seres terrestres (incluindo os Reinos da Natureza abaixo do humano, se bem
que em menos acentuada escala). Eles fundaram , na Terra, a Grande Fraternidade Branca – a chamada Hierarquia de Homens Sábios –
estabelecendo, a partir de então, um projecto de desenvolvimento acelerado que lograsse cobrir a Evolução Humana até ao apogeu da 5.ª
Raça-Raiz (na qual se produziria o esperado amadurecimento da consciência mental e emancipação).
Toda esta corte de
magníficos e abnegados seres tem vindo a ser gradualmente substituída e liberada do seu sacrifício voluntário, quase sempre por membros
ascendidos da humanidade terrestre.
Enquanto Senhor do Mundo,
cargo de que se começou a libertar em 1956, Sanat Kumara ficou conhecido nos livros Sagrados das diversas épocas e latitudes por diferentes
nomes, designadamente: Melquisedeque, o Ancião dos Dias, O jovem dos Verões Eternos, o Longo Sacrifício, o Iniciador Único, o Rei, etc. Por
todo o exposto, pode afirmar-se que, em termos planetários, Ele é o maior e o protótipo de todos os Avatares.
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1. Porque este Melquisedech , rei de Salém, sacerdote
do Deus Altíssimo que veio sair ao encontro de Abraão, quando ele voltava da matança dos reis, e que o abençoou .
2. Ao qual, também , Abraão deu o dízimo de todas as
coisas: primeiramente quer, por certo, dizer, rei de justiça; e depois, também, rei de Salém, que vem a ser, rei de paz.
3. Sem pai, sem mãe, sem genealogia, que nem tem
princípio de dias, nem fim de vida, mas, feito semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote para sempre.
4. Considerai, pois, quão grande devia ele ser, a quem
até o patriarca, Abraão, deu dízimos das melhores coisas.
5. E, certamente, os que, de entre os filhos de Levi,
recebem o sacerdócio, têm mandamento de tomar, segundo a lei, os dízimos do povo, isto é, dos seus irmãos, ainda que eles hajam saído,
também, dos lombos de Abraão.
6. Mas aquele, cuja linhagem não é contada entre eles,
tomou dízimos de Abraão, e abençoou ao que tinha as promessas.
7. E, sem nenhuma contradição, o que é inferior recebe
a bênção do que é superior.
8. E aqui, certamente, tomam dízimos homens que
morrem, mas ali os recebe aquele de quem se dá testemunho que vive.
9. E (para que assim o diga) até o mesmo Levi, que
recebeu dízimos, foi dizimado em Abraão.
10. Porque ainda ele
estava nos lombos do seu pai, quando Melquisedech saiu a encontrar Abraão.
11. E, se a
perfeição fosse pelo sacerdócio levítico (porquanto o povo debaixo deste é que recebeu a lei), que necessidade havia ainda de que se
levantasse, depois, outro sacerdote, chamado segundo a ordem de Melquisedech, e não segundo a ordem de Abraão?
12. Pois, mudado que
seja o sacerdócio, é necessário que se faça, também, mudança de lei.
13. Porque aquele de
quem isto se diz é de outra tribo, da qual nenhum serviu ao altar.
14. Porque manifesta
coisa é que, da linhagem de Judá, nasceu o nosso Senhor, na qual tribo nada falou Moisés tocante aos sacerdotes.
15. E ainda isto se
manifesta mais claramente se, à semelhança de Melquisedech, se levanta outro sacerdote.
16. O qual não foi
feito segundo a lei do mandamento carnal, mas segundo a virtude imortal.
17. Porque diz
assim: Tu és, pois, sacerdote, eternamente, segundo a ordem de Melquisedech.
18. O mandamento
primeiro é, na verdade, abrogado, pela sua franqueza e inutilidade.
19. Porque a lei
nenhuma coisa levou à perfeição, mas foi introdutora de melhor esperança, pela qual nos chegamos a Deus.
20. E quanto é mais
para estimar o não ser instituído este sacerdócio sem juramento (porque os outros sacerdotes na verdade, foram feitos sem juramento)
21. Mas este o foi
com juramento, por aquele que lhe disse : Jurou o Senhor, e não se arrependerá: Tu és sacerdote, eternamente.
22. Em tanto, Jesus
foi feito fiador de testamento mais perfeito.
23. E, na verdade,
os outros foram feitos sacerdotes em maior número, porquanto a morte não permitia que durassem.
24. Mas este, porque
permanece para sempre, possui um sacerdócio eterno.
25. E, por isto,
pode salvar perpetuamente aos que, por ele mesmo, se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por nós.
26. Porque tal
pontífice convinha que nós tivéssemos, santo, inocente, imaculado, segregado dos pecadores e mais elevado do que os céus.
27. Que não tem
necessidade, como os outros sacerdotes, de oferecer, todos os dias, sacrifícios, primeiramente pelos seus pecados, depois pelos do povo,
porque isto o fez uma vez, oferecendo-se a si mesmo.
28. Porque a lei
constituiu sacerdotes a homens que têm enfermidade, mas a palavra do juramento, que é depois da lei, constitui ao Filho, perfeito
eternamente.
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Melkhitsédek foi quem primeiro
instituiu a comunhão, quando levou a Abraão o pão e o vinho. Melkhitsédek era o rei da Justiça ( em hebraico, <<mélek>> significa rei , e <<tsédek>>,
justiça), habitava no reino de Salem (nome que significa: a Paz) e é por essa razão que se chama rei da justiça e da paz.
Melkhitsédek levou o pão e o vinho a
Abraão para o recompensar da sua vitória sobre os sete reis de Edon, que representavam os sete pecados capitais.
O pão e o vinho são dois símbolos
solares. Não se trata portanto nem do pão físico nem do vinho físico , mas sim, das suas propriedades do Sol – o seu calor e a sua luz, que
cream a vida. Ora o seu calor é o amor, e a sua luz é a sabedoria..
Omraam Mikhael Aivanhov –
Rumo a uma civilização solar.
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A designação de SANAT KUMARA como o '' ANCIÃO DOS DIAS '' fundamenta-se no facto oculto de que nada é tão velho quanto ELE em experiência e sabedoria. Ninguém experimentou tanto quanto ELE o devir incessante dos Kalpas. É o Ser planetário de mais elevada e inquestionável hierarquia e QUEM mais conhece as necessidades da humanidade e de todos os reinos da Natureza.
Aqueles benditos seres planetários que alcançaram certas elevadas iniciações planetárias descrevem o Senhor do Mundo (Sanat Kumara) como um '' JOVEM ADOLESCENTE '' , cheio de graça e majestade. Sua aura magnética, de uma cor azul índigo indescritível e fulgurante, não pode ser suportada sem o perigo de desintegração dos veículos de expressão da consciência, a menos que se tenha alcançado a terceira iniciação hierarquia denominada Transfiguração, a qual implica haver '' purificado convenientemente '' os três veículos de manifestação humana nos três mundos da evolução kármica: o físico, o astral e o mental.
Em um dos sagrados recintos de SHAMBALLA, sede do Senhor do Mundo, é guardado um livro conhecido como ARQUIVO DA SABEDORIA e também como O LIVRO DOS INICIADOS em cujas páginas se acham escritos, em carácter de perpetuidade, o passado, o presente e o futuro do planeta. Em uma dessas páginas, e fazendo referência a SANAT KUMARA, pode ler-se: ''A Presença do grande Senhor é radiante e imponente, plena de indescritível autoridade e hierarquia, mas também repleta, em termos indizíveis, de santa bondade e infinita benevolência...Aparece aos olhos dos PUROS como um DONZEL DE DEZASSEIS PRIMAVERAS e Sua Visão enche de paz, de amor e de extraordinário dinamismo ''.
Vicente Beltrán Anglada - Magia Organizada
Planetária
Nota:
Encontrei o nome Melquisedeque escrito de várias maneiras nas diversas fontes pesquisadas.